domingo, 18 de julho de 2010

Primeiro Ano - CNDL
Terceiro bimestre - História do Brasil
Os vassalos contra a Metrópole: as Conjurações

Tiradentes e a Inconfidência Mineira
Aprenda os principais eventos relacionados com a Inconfidência Mineira

Inconfidência Mineira. Esse é o tema da teleaula 13. Você aprenderá seu lema e suas ideias. Além disso, vai conhecer Tiradentes e saber por que ele foi enforcado.


Segundo Ano - CNDL
Terceiro Bimestre - História do Brasil
Capítulo 2: Os prenúncios de uma nova ordem: a década de 1920 e a Revolução de 1930

Assista a teleaula com os fatores da crise da República Oligárquica e eclosão do Movimento de 1930




O professor de História do Vestibulando Digital, Clides Morais apresenta nesta aula em vídeo aspectos importantes ocorridos durante a República Velha, tais como as revoltas urbanas, o movimento operário, o tenentismo, a dissidência oligárquica e a realização da chamada Revolução de 1930 que conduziu Getúlio Vargas à presidência da República.

Segundo Ano - CNDL
Terceiro Bimestre - História do Brasil
Capítulo 2: Os prenúncios de uma nova ordem: a década de 1920 e a Revolução de 1930
Análise e interpretação: versões, opiniões e fontes diversas


Leia o texto abaixo

Leia o texto a seguir

Assista ao video com o poema Ode ao burguês, de Mário de Andrade






3. Em que passagens do poema de Mário de Andrade está corroborando as ideias apresentadas no texto de Bertolli Filho?

No texto de Bertolli Filho, lê-se que um modernista afirmou ser preciso "assustar essa burguesia que cochila na glória de seus lucros". Mário de Andrade, em Ode ao burguês em sua primeira estrofe.

sábado, 17 de julho de 2010

Mistura de ritmos e influência de etnias formam a nação brasileira



Do frevo à cavalhada, passando pela Festa do Divino, regiões do País mostram a diversidade de suas manifestações culturais.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dos anos 80 até hoje: a história dos Titãs contada por eles mesmos


A história dos Titãs documentada pelos próprios integrantes da banda se transformou no documentário "A vida até parece uma festa", um dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves.
Literatura flertando com a História


O professor de Literatura do EducaBahia, Zé Carlos Bastos apresenta neste video as principais característica do Quinhentismo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Aprenda as causas da crise da República Velha e ainda as principais características da Era Vargas



O professor Ricardo Carvalho do EducaBahia faz uma análise dos fatores que levaram ao colapso da chamada República Velha (1889-1930) e apresenta as características da Era Vargas (1930-1945)
Ribeirão Preto tem exposição de obras modernistas



As obras de 16 artistas são propriedade da Pinacoteca e ainda serão exibidas em outras cidades do estado. A mostra conta a história da primeira fase do modernismo brasileiro.
São Paulo comemora a Revolução Constitucionalista de 1932

O confronto durou quase três meses e matou pelo menos 900 homens. A historiadora Yvone Dias Avelino explica por que São Paulo é o único estado a comemorar a data atualmente.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Exposição Brasiliana conta a história do país


Eduardo França Paiva conta como foi a chegada da corte ao Brasil e como a arte representa esse momento. Segundo ele, o Brasil deixa de ser selvagem para se transformar no império.
Maquetes contam a História do Brasil em Passa Quatro (MG)




Mundo das Miniaturas retrata episódios marcantes, como o desembarque dos portugueses no país, a declaração da Independência e as Revoluções Farroupilha e de 1932.
Professor de Geografia explica conflitos na África



Continente ficou em evidência durante a Copa do Mundo da África do Sul. Conflitos históricos têm origem no imperialismo.
Professor fala sobre escravidão no Brasil

Marcus Vinícios de Morais é professor de história do Cursinho Oficina do Estudante, em Campinas. Tema costuma ser cobrado nos vestibulares.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Um Balanço da Copa na África

Pio Penna Filho*

A realização da Copa do Mundo de Futebol na África foi um bom momento para que os africanos mostrassem ao mundo que também são capazes de organizar um evento dessa magnitude. Um pouco antes do início do campeonato, muitas pessoas ao redor do mundo duvidavam de que isso fosse possível. Analistas de primeira hora, que nada conhecem sobre a África, foram os que mais levantaram essa lebre.
Esse pensamento seguiu um roteiro mais ou menos previsto, ou seja, prevaleceu inicialmente o que chamamos de “afropessimismo”, uma ideia preconceituosa de que quase tudo que tenha relação com o continente africano é abordado previamente de maneira negativa. Esse tipo de pensamento tem origens históricas e está estreitamente relacionado com o racismo contra as populações negras, predominantes no continente africano.


Num balanço geral, a realização da Copa na África foi positiva em muitos sentidos. Em primeiro lugar, foi uma oportunidade para mostrar ao mundo um pouco da beleza natural da África do Sul e da hospitalidade e alegria dos sul-africanos. Esse contato cultural, por si só, já serviu como um ótimo momento que certamente desfez vários dos preconceitos relativos à África e aos africanos. Muitas pessoas que nunca tinham visitado a África voltaram para os seus países com uma outra visão sobre a realidade de parte do continente e de sua população.
Em segundo lugar, o sucesso da Copa propiciou um elemento geralmente pouco considerado nas análises mais tradicionais mas que tem uma relevância inconteste. Refiro-me ao fato de que os sul-africanos em especial, e os africanos, no geral, puderam elevar a sua auto-estima ao se verem no centro de um grande evento internacional. Isso não tem preço.
Gostaria de chamar a atenção para mais um aspecto: é um equívoco tentar analisar a realização de uma Copa do Mundo seguindo apenas a lógica da economia. Muitas pessoas tentam identificar as vantagens meramente em termos econômicos, chegando a questionar se países como a África do Sul e o Brasil podem se dar ao luxo de um investimento tão elevado em infra-estrutura, sobretudo quando se considera o grande déficit social que possuímos. No caso da África, como tento argumentar, os ganhos não foram tanto em termos econômicos, mas sim em termos políticos e sociais.
Mas é preciso lembrar que a África do Sul é apenas uma parte da África, e não deve ser tomada pelo todo. Se existe um elemento que sintetize o continente africano, esse é o da diversidade. Na verdade, existem várias “Áfricas”, com povos, costumes, culturas, línguas, religiões, regimes políticos e características econômicas próprias.
No caso específico da África do Sul, a sua escolha como país sede esteve, naturalmente, relacionada ao seu desenvolvimento econômico e à existência prévia de uma boa infra-estrutura (em termos de transporte, telecomunicações, hotelaria e serviços em geral). Isso, somado à decisão das lideranças políticas de assumirem a realização da competição e ao envolvimento da população sul-africana com o evento, foram os pré-requisitos para o sucesso da Copa na África.



Pio Penna Filho
* Professor do Instituto de Relações Internacionais da USP e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Governo de JK é tema de aula de história
Saiba os motivos do período ser conhecido como 'Anos Dourados.'
Campeonato de futebol e bossa nova foram elementos importantes da época.


O professor de história do cursinho pH, Igor Vieira, dá uma aula sobre o governo de Juscelino Kubitschek, no final da década de 50. O período ficou conhecido como “Anos Dourados.”


A primeira grande marca do governo de JK foi a estabilidade política. O crescimento econômico, acelerado a partir de um Plano de Metas, foi outra importante característica.

Outro ponto a ser levado em conta é a conquista brasileira do primeiro campeonato de futebol na Copa do Mundo de 1958. A partir dessa vitória, o Brasil se projeta no mundo como uma potência no futebol.

A bossa nova, ritmo genuinamente brasileiro, também foi um importante elemento de projeção nacional da época.

Confira aula completa em vídeo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Aprenda mais sobre a independência política da América Espanhola

Sucessão de fatores ocasionaram movimento.
Dois importantes líderes marcaram período.


O professor de história do cursinho pH, Igor Vieira, dá uma aula sobre a independência da América Espanhola que ocorre nas primeiras décadas do século 19.

Segundo o professor, o movimento ocorre por uma sucessão de fatores: influência do pensamento iluminista que traz a ideia de liberdade, a Revolução Americana de 1776, a Revolução Francesa de 1789, o apoio da Inglaterra que almejava aumentar seu mercado consumidor e as Guerras Ibéricas.

Vieira diz que o movimento foi liderado por duas importantes figuras históricas: San Martín, que liberta a parte sul do continente sul-americano; e Simón Bolívar, que atua na independência da região norte.

Confira aula completa em vídeo.

terça-feira, 6 de julho de 2010




Poderosos e torturadores

Pio Penna Filho*

A tortura é um crime hediondo. Essa parece ser uma assertiva que, infelizmente, não encontra amparo na conduta humana desde tempos muito antigos. Algumas décadas atrás vários países da América Latina, geralmente governados por regimes militares, eram severa (e justamente) acusados e condenados pelas grandes e “civilizadas” democracias do mundo ocidental como violadores dos direitos humanos. Mas, como a roda da História não para de girar, agora é a vez da acusação se voltar contra as poderosas e tradicionais potências que se sucederam como “donas” do mundo nos últimos dois séculos: Inglaterra e Estados Unidos.
Sobre a atuação ilegal e violenta dos Estados Unidos em várias partes do mundo há provas de sobra. Não bastasse a infâmia da existência da prisão de Guantánamo, frequentemente surgem novas denúncias de violações cometidas por militares, mercenários e agentes públicos a serviço do governo dos Estados Unidos ao redor do planeta. Crimes que incluem seqüestro, rapto, tortura, assassinatos... crimes hediondos e tolerados pela grande democracia norte-americana, uma vez que são cometidos em nome da Segurança Nacional (exatamente como agiam as ditaduras do Cone Sul, por exemplo).
Isso acontece não só em áreas de conflito, como no Iraque e no Afeganistão, embora lá a violação aos direitos humanos tenha se tornado uma atividade corriqueira e sempre acobertada pelo Estado. Aliás, o mesmo Estado que há poucas décadas atrás era um paladino na defesa dos direitos humanos e na acusação permanente contra a atuação dos ditadores que governavam as “republiquetas” do Terceiro Mundo.
A Inglaterra é outro Estado que se considera “civilizado” e governado por leis e instituições que visam, em última instância, a harmonia social, a justiça e a liberdade. O interessante é que esse pensamento é válido quase que apenas para os cidadãos britânicos no espaço do Reino Unido.
A atuação do Estado britânico em outras partes do mundo acaba seguindo outra lógica. A “pérfida Albion”, como era conhecida a Inglaterra nos tempos áureos do imperialismo do final do século XIX, parece ter retomado seu ímpeto agressivo, agora na posição de coadjuvante dos Estados Unidos. Com eles, os britânicos estão metidos no Iraque e no Afeganistão e, como eles, são acusados de continuamente desrespeitar os direitos humanos.
Assim como fez o presidente Obama ao assumir o poder, o primeiro ministro britânico, David Cameron, anunciou a abertura de um inquérito para investigar alguns dos crimes cometidos por oficiais britânicos no Paquistão, no Marrocos e em outros países. Em entrevista, Cameron disse que o inquérito deve ser iniciado no final do ano e promete apresentar um relatório em um ano! Eficiência britânica. E mais: autoridades britânicas já negaram as acusações e afirmaram que não “encorajam a tortura”. Ora, como isso resolvesse de pronto a situação. Nenhum governo, nem mesmo uma ditadura, assume publicamente o encorajamento ou a prática da tortura. O padrão é esse mesmo: negar, sempre negar.
A Inglaterra segue um alinhamento quase automático com os Estados Unidos em termos de política internacional. Infelizmente, esse alinhamento está também associado às brutais políticas repressivas norte-americanas contra populações insurgentes e que não aceitam os ditames de Washington. Já passou da hora do Tribunal Penal Internacional tomar iniciativas em nome dos direitos humanos também contra os ricos e poderosos.





Pio Penna Filho

* Professor do Instituto de Relações Internacionais da USP e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Segundo Ano - CNDL
Terceiro Bimestre - História do Brasil
Capítulo 2 - Os prenúncios de uma nova ordem: a década de 1920 e a Revolução de 1930
A Semana de Arte Moderna


Como afirma o jornalista Oscar Pilagallo, "Semana de Arte Moderna é um divisor de águas, um ponto para o qual convergiram várias estéticas e do qual emergiram outras tantas. Pode-se dizer, nesse sentido, que foi o modernismo que desembocou na Semana e não o contrário. A partir daí, a cultura brasileira passou a ser, simplesmente, moderna".



Realmente os anos 1920 foram palco de tentativas não só de se elaborarem novas bases para a nacionalidade, mas, também, de se superar o atraso e garantir o ingresso do Brasil nos tempos da modernidade.Entenda o que foi a Semana de Arte Moderna, no video abaixo.


O tema da nação e seus desdobramentos vão repercutir no movimento modernista. Em um primeiro momento, ser moderno significou ser civilizado, cosmopolita, estar aualizado com o mundo. A cidade era o tema privilegiado, o grande tema poético. A partir de 1924, ser moderno é ser brasileiro. A modernidade passa a ser buscada através da diferença, da singularidade. Os intelectuais se autoelegeram executores de uma missão: encontrar a identidade nacional, rompendo com um passado de dependência cultural.



Os modernistas passaram a se interessar pelo interior do Brasil. fazendo inúmeras viagens, em busca do genuíno, dos elementos que compunham uma cultura nacional. Tratava-se não de operar uma ruptura, mas de conciliar-se com a tradição, estabelecendo uma amálgama entre o antigo e o novo.

Um dos cartazes da Semana de Arte Moderna, satirizando os grandes nomes da música, da literatura e da pintura.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Segundo Ano – CNDL
Terceiro Bimestre – História do Brasil
Capítulo 2

Análise e interpretação: versões, opiniões e fontes diversas

Leia o trecho do documento.

Manifesto da Coluna Prestes em Porto Nacional

Concidadãos:
Depois de 15 meses de luta encarniçada [...] temos hoje, ao chegar ao coração do Brasil, às margens do potentoso Tocatins, o feliz ensejo de, mais uma vez, reafirmar à nossa pátria que a cruzada patriótica, iniciada aos 5 de julho na capital gloriosa de São Paulo e engrossada, mais tarde, pelos gloriosos filhos da terra gaúcha, ainda não expirou e nem expiará, esmagada pelas baionetas da tirania.
Apesar dessa longa perigrinação de sacrifícios, anima-nos ainda a mesma fé inabalável dos dias de jornada, alicerçada na certeza de que a maioria do povo brasileiro, comungando conosco os ideais da revolução, anseia por que o Brasil se reintegre nos princípios liberais, consagrados pela nossa Constituição – hoje espezinhada por um sindicato de políticos sem escrúpulos, que se apoderaram dos destinos do país para malbaratar a sua fortuna, ensangüentar o seu território e vilipendiar o melhor das suas tradições.
E o povo pode ficar certo de que os soldados revolucionários não enrolarão a bandeira da liberdade enquanto não se modificar esse ambiente de despotismo e intolerância que asfixia, num delírio de opressão, os melhores anseios da consciência nacional!

LIMA, Lourenço Moreira. A coluna Prestes.P. 572. Apud BERTOLLI FILHO, Cláudio. A República velha e a revolução de 30. São Paulo: Àtica, 1999, p. 41.

1. Apresente os pontos levantados pelo Manifesto que explicam a motivação do movimento denominado Coluna Prestes.
No Manifesto, os membros da Coluna Prestes afirmam que mantêm acesa que os levou à cruzada patriótica iniciada em 5 de julho em São Paulo e que, apesar das dificuldades e sacrifícios, continua esperando que o Brasil se reintegre aos princípios liberais, consagrados pela Constituição de 1891, desrespeitada por políticos sem escrúpulos. Continuam reiterando que continuarão a cruzada até que o ambiente de despotismo e intolerância tenha sido ultrapassado.



O tema em foco

2. Analise a marcha da Coluna Prestes de acordo com os dados contidos no mapa.

Pela análise do mapa, espera-se que o aluno perceba que a Coluna Prestes percorreu vários estados da Federação em uma longa jornada pela interior do Brasil, travando batalhas contra as forças legalistas e estabelecendo contato com as populações de vilarejos e cidades interioranas brasileiras.

Segundo Ano - CNDL
Terceiro Bimestre - História do Brasil
Capítulo 2: Os prenúncios de uma nova ordem: a década de 1920 e a Revolução de 1930

1920: uma década movimentada

O tenentismo



O tenentismo foi um movimento de oficiais do Exército de baixa patente, apesar de ter contado também com a participação de oficiais mais graduados. Tal movimento protestava contra os desmandos políticos, a situação econômica e a exclusão social vigentes na República Velha. Especificamente, protestavam contra as fraudes eleitorais, o poder corrupto das oligarquias, a corrupção administrativa, a falta de liberdade de imprensa, o alto custo de vida e a pouca participação política da sociedade brasileira.
Os tenentes, contudo, não apresentavam um programa consolidado. Eram vagamente nacionalistas, defendiam o voto secreto e as reformas sociais. Entretanto, o seu movimento tinha um viés pouco democrático. Acreditavam firmemente que as mudanças necessárias para alterar a ordem vigente deveriam vir "de cima para baixo".

A primeira revolta dos tenentes eclodiu no Rio de Janeiro, em 1922, e foi denominada "Os 18 do Forte de Copacabana". Iniciou-se como um protesto à candidatura de Arthur Bernardes à presidência da República. Bernardes teria publicado na imprensa cartas com críticas violentas aos militares. Com a vitória de Bernardes, foram planejadas rebeliões em várias unidades militares do Rio de Janeiro, com o intuito de impedir sua posse.




A articulação dos tenentes fracassou, resultando apenas 17 rebeldes do Forte de Copacabana que receberam o apoio de um civil. A repressão foi brutal e, dos revoltosos, apenas dois sobreviveram.
Novamente os tenentes se rebelaram em 1924, em São Paulo, contra o governo de Arthur Bernardes. Após ocuparem a cidade por 22 dias, foram duramente combatidos por forças federais e retiraram-se para o Paraná. Nesse estado, reuniram-se com os tenentes gaúchos, que também haviam se revoltado em 1924, dando origem à denominada Coluna Prestes.



A partir de julho de 1925, durante dezoito meses, a coluna Prestes, expedição militar liderada por Luís Carlos Prestes e formada por oficiais e soldados que se opunham à ordem vigente no Brasil, em especial, ao governo Arthur Bernardes, percorreu cerca de 25 mil km, entrando em contato com as mais diversas populações, moradoras em pequenos vilarejos, fazendas e cidades de vários estados da Federação. Aos poucos, a Coluna foi se desfazendo e, em 1927, seus últimos componentes asilaram-se na Bolívia.
É interessante sublinhar o fato de que, até se asilar na Bolívia, Luís Carlos Prestes nunca tivera contato com o ideário comunista. Os primeiros contatos de Prestes com essa ideologia aconteceram na Bolívia, por intermédio do secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro, Astrojildo Pereira. Astrojildo foi à Bolívia com o intuito de atrair pra seus quadros o carismático líder da Coluna. Prestes acabou se convertendo ao comunismo e foi o único tenente de projeção que não participou do movimento de 1930.


Saiba mais sobre a Coluna Prestes no video abaixo