Guerra Fria é resultado do fim da Segunda Guerra Mundial
Estados Unidos e União Soviética disputam hegemonia mundial.
Confira a aula de história em vídeo.
O professor Igor Vieira, do cursinho pH, explica as principais características da Guerra Fria, que durou de 1947 a 1991.
Essa guerra foi o sistema geopolítico do imediato pós-Segunda Guerra Mundial. O assunto é relevante porque se conecta com outros assuntos do vestibular, como a descolonização afro-asiática.
A lógica era simples, um mundo bipolar dividido entre duas superpotências, Estados Unidos e União Soviética.
De um lado, os Estados Unidos defendiam o modelo de organização capitalista. Do outro, a União Soviética pretendia impor ao mundo o sistema socialista de organização.
Dentro dessa lógica, há uma grande disputa pela hegemonia mundial. Os dois querem controlar o planeta.
Veja a aula completa em vídeo.
Essa guerra foi o sistema geopolítico do imediato pós-Segunda Guerra Mundial. O assunto é relevante porque se conecta com outros assuntos do vestibular, como a descolonização afro-asiática.
A lógica era simples, um mundo bipolar dividido entre duas superpotências, Estados Unidos e União Soviética.
De um lado, os Estados Unidos defendiam o modelo de organização capitalista. Do outro, a União Soviética pretendia impor ao mundo o sistema socialista de organização.
Dentro dessa lógica, há uma grande disputa pela hegemonia mundial. Os dois querem controlar o planeta.
Veja a aula completa em vídeo.
Não sou homofóbico, cara, mas uma vez, saindo da faculdade, saca só o que aconteceu. Eu tava aguardando o ônibus, 11h da noite, quando dois gays apareceram. Sabe-se lá de onde. Aproximaram de mim e puxaram conversa. Perguntaram coisas triviais como: Tal ônibus já passou? Que ônibus cê tá esperando? Opa!, estranhei. Será que demora? Disseram que eram cabeleireiros. Até me deram um cartão, que, segundo eles, valia um corte “completamente de graça”. Meu, os caras já estavam incomodando... Cada vez mais invasivos, tocavam meu ombro como se eu tivesse dado confiança. Eu não tava gostando daquilo, mas fazer o que? Não sou de briga. Quando o ônibus se aproximou, fiz sinal para que o motorista parasse. Assim que entrei, os caras também subiram. Falavam alto, gesticulavam excessivamente e faziam alvoroço. Na hora em que iam passando a roleta, fingi que ia tirar uma dúvida com o motorista e desci imediatamente. Pensa que me livrei dos caras? Na mesma hora em que me viram fora do ônibus, os dois se puseram a gritar: Para, motorista. Pelo amor de Deus. Motorista, para. Nossa colega ficou! Pra quê? O ônibus entrou em polvorosa: todo mundo correu pra janela na intenção de ver o que tava acontecendo.” Este meu amigo costuma dizer que tem Manoel que não é mané, mas tem Odair (é só um exemplo) que é. No dia em que isso ocorreu, no entanto, ele afirma que se sentiu constrangido, um verdadeiro mané. Se tivesse denunciado, o inusitado logo se constataria. Os papéis de agressor e vítima (algo raro) estavam invertidos. Um caso fabuloso pra justiça brasileira: o lobo em pele de ovelha – longe de qualquer maledicência ou atitude politicamente incorreta.