domingo, 31 de janeiro de 2010

Colonialismo X Neocolonialismo

Aprenda as diferenças entre o Colonialismo e o Neocolonialismo

O professor de história do CPV Eduardo Duique dá uma aula em vídeo sobre as diferenças entre colonialismo e neocolonialismo.



"Estamos falando de momentos diferentes da história, o colonialismo tem seu grande momento no século 16. O neocolonialismo se concentra nos séculos 19 e 20", diz. Enquanto o primeiro surge dentro do contexto do capitalismo comercial e mercantil e é estruturado e apoiado pelos estados absolutistas europeus da idade moderna, o neocolonialismo está relacionado à segunda revolução industrial e ao capitalismo financeiro e monopolista. O apoio, neste segundo, vem dos estados burgueses e liberais da Europa contemporânea, dos Estados Unidos da América e do Japão.
fonte: g1.com

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Saiba mais sobre o desenvolvimento da pecuária brasileira
Professor explica diferença entre pecuária extensiva e intensiva. Maior destaque é a pecuária bovina e, em especial, o gado zebu.
Do G1, em São Paulo
O desenvolvimento da pecuária brasileira é bastante diversificada e inclui, além de bovinos, ovelhas, caprinos e bubalinos, segundo o professor de geografia Ricardo Nunes Libório, do Sistema Elite de Ensino, no Rio de Janeiro.
Segundo o professor, o maior destaque é a pecuária bovina e, em especial, o gado zebu. “Tradicionalmente, o criatório no Brasil é comum para o gado comum.”
Na chamada pecuária extensiva, o gado procura as suas próprias pastagens. “No país, há pastagens variadas, desde o clima tropical até a variação de climas subtropicais, com grande qualidade, principalmente no Sul”, afirma.
Libório explica que há uma diferença na relação entre o gado de corte e o leiteiro. “O gado leiteiro é criado dentro de estábulos e currais, onde recebe alimentação específica para engorda.” Ele comenta ainda os cuidados e os custos para manter gado leiteiro (confira o vídeo).

“Toda vez que se falar em pecuária extensiva para corte, o destaque é para a região Centro-Oeste, Sudeste e Sul, nesta ordem. No caso da leiteira, o foco é nas regiões Sudeste e Sul”, diz.
Fonte: g1.com
Uma letra que fala por si mesma

A valorização da sabedoria e da inspiração dos compositores populares que se valem da oralidade e da simplicidade dos caboclos para conceber verdadeiras obras de arte.
Peão Carreiro e Zé Paulo
Porta do mundo
O som da viola bateu no meu peito doeu meu irmão
Assim eu me fiz cantador sem nenhum professor aprendi a lição
São coisas divinas do mundo que vem num segundo a sorte mudar
trazendo pra dentro da gente as coisas que a mente vai longe buscar
trazendo pra dentro da gente as coisas que a mente vai longe buscar
Em versos se fala e canta o mal se espanta e a gente é feliz
No mundo das rimas e trovas eu sempre dei provas das coisas que fiz
Por muitos lugares passei mas nunca pisei em falso no chão
Cantando e interpreto a poesia
Levando a alegria onde há solidão
Cantando e interpreto a poesia
Levando a alegria onde há solidão
O destino é o meu calendário, o meu dicionário é a inspiração
A porta do mundo é aberta, minha alma desperta buscando a canção
Com minha viola no peito meus versos são feitos pro mundo cantar
é a luta de um velho talento menino por dentro sem nunca cansar
é a luta de um velho talento menino por dentro sem nunca cansar
Música de Julinho Marassi e Gutemberg, homenageando alguns artistas da MPB
Canção que resume bem a mentalidade da classe média brasileira
Max Gonzaga e Banda Marginal - Classe média
CRÔNICA
Dente por dente

O mais curto conto que escrevi possui uma única palavra. Na verdade, são seis, se o considerarmos desde o título. Confira: “Nunca mais vimos ele sorrir. Banguela.” Apesar do título longo, não dá pra negar a concisão do enredo: é um texto bastante curto. No que se refere ao conteúdo, pode-se imaginar inúmeras situações a partir de suas poucas palavras. Há um humor pungente ali. Dói.
Não vou explicar qual era a minha intenção ao escrevê-lo. Nem me pergunte nada, leitor, para que a gente não fique mal na fita. Mário Quintana dizia que “quando alguém pergunta ao autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro”. Aforismos à parte, verdade é que o simples fato de tentar explicá-lo, faria com que o texto perdesse absolutamente a graça. Perder a graça é força de expressão, pois, exceto no caso de humoristas profissionais, nunca consegui enxergar motivo de riso num sujeito sem dentes.
Rola um vídeo na internet no qual Wagner Montes, apresentador do programa Balanço Geral, da Record, perde a sua prótese (me refiro ao dente) ao vivo e, pego de surpresa, não pode ao menos exibir um sorriso amarelo. Com o perdão do trocadilho. Era um de seus dentes frontais.




Situação não menos vexatória passara, em 2007, a ex-senadora Heloísa Helena, atual presidente do PSOL. Durante um debate sobre reforma política, em um programa ao vivo da TV Cultura, Heloisa Helena se viu em uma verdadeira saia justa, muito diferente das quais costuma usar. Enquanto discursava, a senadora ficou subitamente desfalcada de seu pivô. Teve por isso que encerrar a sua fala de forma sucinta. Algo raro, mas compreensível. Ficar sem um pivô pode ser tão prejudicial quanto perder um zagueiro depois de ter feito a terceira substituição.




Falei de casos ilustres (e pitorescos) ocorridos na alta sociedade, mas estes acontecem, principalmente, entre a ralé. Rubem Fonseca tem um conto exemplar que ilustra um fato semelhante em "O Cobrador" (Nova Fronteira, RJ, 1979). No conto homônimo, um favelado se dirige ao consultório do dentista. Aguarda, com o dente latejando, durante meia hora até ser atendido. Ao ser examinado, o dentista pergunta como é que ele tinha deixado os seus dentes ficarem em estado tão deplorável. Indiferente às questões sociais, trata o sujeito com completo descaso: “Vou ter que arrancar”, ele disse, “o senhor já tem poucos dentes e se não fizer um tratamento rápido vai perder todos os outros, inclusive estes aqui.”
É. Tempos atrás a dor também era sentida no bolso dos que se sentavam na cadeira do dentista. Recentemente, porém, com a proliferação dos planos odontológicos populares a coisa começou a mudar. Já reparou quantas pessoas estão usando aparelhos nos dentes? De todas as classes sociais, de todas as idades. Me lembro que usar aparelho dentário já foi sinal de distinção social, assim como possuir um aparelho celular. Mas isso foi no século passado, quando a gente presenciava, até com certa frequencia, cenas constrangedoras protagonizadas por amigos que não iam com regularidade ao dentista.
Um vizinho certa vez perdeu o dente brincado com irmão mais novo no quintal de casa. Após um arremate de primeira do irmãozinho, ele pode certificar-se do estrago causado por uma bola de plástico. Ironicamente, conhecida por dente-de-leite. Aquele dente traiçoeiro escondia um problema gravíssimo. Apodrecera por dentro, sem dar alarmes. E, sem ninguém para diagnosticá-lo, um dia simplesmente caiu. Acompanhamos a partir de então a ruína de seu sorriso. Em outra ocasião, este mesmo desafortunado vizinho (não apenas no sentido financeiro), ao gargalhar em cima de uma árvore perdeu sua prótese. Que, por sinal, não era boa. Pra piorar, sua casa estava em reformas. Havia cascalho espalhado por todo o quintal. Embora ele nos implorasse para ajudá-lo, foi impossível achar a agulha no palheiro. Não quero aqui fazer propaganda odontológica, mas não custa nada lembrar. Visite regularmente o seu dentista.

Odair de Morais é escritor e colabora com o DC Ilustrado
professor_odair@hotmail.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Entenda o que é macrocefalia urbana
Do G1, São Paulo
A macrocefalia urbana se caracteriza pela concentração de atividades e população em espaço limitado. Quem define é o professor de geografia do Curso pH, Robertson Costa. "Os grandes centros urbanos de países periféricos e semiperiféricos são a perfeita manifestação da macrocefalia urbana. Podemos citar, por exemplo, o caso do Brasil. Segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], o país possui, atualmente, mais de cinco mil cidades. Porém 22 delas concentram funções econômicas, culturais, administrativas, políticas deixando as demais dependentes do que acontece nessas 22", diz.
fonte: g1.com

Professor fala sobre muros de fronteiras existentes em pleno século 21
'Muros da vergonha' ainda restringem a circulação de pessoas.Acontece entre EUA e México e na Cisjordânia, cita professor.
Do G1, em São Paulo

O professor de geografia do curso PH, André Freitas, dá uma aula sobre os muros de fronteiras, existentes em pleno século 21.

"Com a nova ordem mundial, esperava-se mais liberdade para a circulação de pessoas, mais liberdade no mundo. Isso, de fato, em algum grau aconteceu. Mas ainda há manutenão de alguns muros", diz. "Com a queda do muro de Berlim, em 1989, caiu também a velha ordem mundial. Foram 20 anos marcados pela divisão de dois modelos ideológicos. O muro de Berlim não dividiu apenas a Alemanha, mas o mundo ao meio", ensina.

De acordo com o professor, a nova ordem mundial preza pela polaridade e democracia, mas ainda restringe a circulação de pessoas. "Parece que o ser humano ainda é menos importante do que o fluxo de capital para esse sistema em que vivemos".

André cita alguns exemplos que comprovam essa avaliação: em pleno século 21, ainda existe um muro que divide o sul dos Estados Unidos e o norte do México, na fronteira entre os dois países.

"Há, ainda, um muro bastante controverso construído pelos israelenses para impedir o livre deslocamento de palestinos dentro da Cisjordânia", diz. "São muros apelidados de 'muros da vergonha' e contradizem a nova ordem mundial". Veja mais no vídeo.
fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Saiba mais sobre marxismo



Eduardo Duique, professor de história do cursinho CPV, explica um dos temas mais importantes dentro da construção do mundo contemporâneo no mundo das idéias, o Marxismo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Heranças coloniais - parte da história do Brasil Colônia está preservada no interior de Sergipe


Riachão do Dantas foi um importante produtor de cana durante os séculos XVIII e XIX. A arquitetura da região conta um pouco da história do Brasil Colonial. A comida também faz parte desta tradição.
Cultura yorubá faz parte da história do Brasil



A língua yorubá é predominante na Nigéria, no oeste da África. Chegou ao Brasil com a vinda de escravos trazidos dessa região. Esse período triste da história ajudou a formar a cultura brasileira.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Compreenda os fatores da crise do Império Romano



O professor de História, do EducaBahia, Ricardo Carvalho comenta as razões do enfraquecimento do Império Romano do Ocidente, a crise interna, o avanço do cristianismo, queda do escravismo e por fim as invasões bárbaras, fatores combinados que implodiram o poderoso império. Comenta também o surgimento de um novo modelo econômico, político e social, cumumente denominado de Feudalismo.
Entenda o que é a crise alimentar


Professor de geografia do Anglo, em São Paulo, Reinaldo Scazaretto, explica o significado da crise alimentar no mundo.






fonte: g1.com.br/vestibular
Entenda o processo de descolonização afro-asiática



O professor de história do Sistema Elite de Ensino, no Rio de Janeiro Jefferson Santos explica como se deu a descolonização da África e da Ásia.
Vestibular: professor de história fala sobre a Revolução Industrial
Os estudantes se preparam para primeira fase do vestibular. Alguns adoram uma determinada matéria e não gostam de outras. O importante é se concentrar na disciplina que ele tem mais dificuldade.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Cuitelinho: história oral e identidade nacional
Transmitida por gerações, a canção Cuitelinho manifesta aspectos culturais de um povo, nos quais se inclui sua forma de falar, além de registrar um momento histórico. Depreende-se disso que a importância em preservar a produção cultural de uma nação consiste no fato de que produções como a canção Cuitelinho evidencia formação da identidade nacional por meio da tradição oral.
A canção “Cuitelinho” representa uma proposta de construção da identidade nacional, no sentido de resgate do registro oral: “Onde as onda se espaia, “E os oio se enche d’água”, etc.
Cuitelinho
Cheguei na bera do porto
Onde as onda se espaia.
As garça dá meia volta,
Senta na bera da praia.
E o cuitelinho não gosta
Que o botão da rosa caia.
Quando eu vim da minha terra,
Despedi da parentaia.
Eu entrei em Mato Grosso,
Dei em terras paraguaia.
Lá tinha revolução,
Enfrentei fortes bataia.
A tua saudade corta
Como o aço de navaia.
O coração fica aflito,
Bate uma e outra faia.
E os oio se enche d’água
Que até a vista se atrapaia.
Folclore recolhido por Paulo Vanzolini e Antônio Xandó.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna. São Paulo: Parábola, 2004.
Professor do pH fala sobre a Segunda Guerra Mundial




Rogério Athayde explica como começou o conflito que devastou a Europa no século XX. Segundo ele, a Segunda Guerra Mundial levou o homem a questionar sua própria noção de humanidade.
Professor fala sobre a retomada do programa nuclear brasileiro



A retomada foi impulsionada pela crise energética. Com os apagões, o governo passou a pensar nas usinas termonucleares como alternativas de energia. A dica é do professor de geografia, André Freitas.
Cultura brasileira nos anos 1960-70

A resistência da sociedade civil ao regime militar ocorreu também através das expressões culturais. Foi apresentada a resistência cultural, principalmente aquele liderada pelos Centros Populares de Cultura (CPCs). Os movimentos culturais da época, como a Jovem Guarda e a Tropicália, não foram esquecidos.
É possível trabalhar esse conteúdo de várias maneiras. Há filmes que podem ser indicados para os alunos assistirem previamente, desde que acompanhados por um roteiro, gerando um debate posterior em sala de aula. Há também documentários e minisséries que podem ser editados e apresentados no bojo das aulas expositivas, utilizando como recurso o data-show, por exemplo.
Continuação da aula sobre a cultura brasileira nos anos 1960